Paolla Oliveira como rainha: a história por trás do convite que animou a Imperatriz
Tudo começou como uma brincadeira entre amigos em uma festa junina. Paolla Oliveira estava reunida com gente querida quando a ideia de ela ser rainha de bateria da Imperatriz Leopoldinense surgiu na conversa, com Iza também entrando no papo com entusiasmo. O que seria apenas uma zoação ganhou peso de verdade quando Cátia Drumond, presidente da escola, marcou um café com a atriz. Dali nasceu a confirmação de um convite que deixou a agremiação de Ramos em festa. Na coroação, Cátia não economizou na felicidade e explicou o significado daquele momento para além da presença de uma celebridade em destaque. Para ela, trazer Paolla para a frente da bateria é também reconhecer todas as mulheres que construíram a história da escola, especialmente num espaço presidido por uma mulher que carrega outras tantas histórias junto.
O desafio agora é conciliar o calendário da atriz com as demandas do Carnaval 2027. Paolla está envolvida em gravações de um filme, então a Imperatriz e sua rainha precisaram alinhar as prioridades. Ficou combinado que ela comparecerá ao minidesfile, aos ensaios técnicos e aos ensaios de rua, com mais disponibilidade assim que terminar os compromissos nas telas. Cátia conta que está satisfeita com os acordos e confiante que tudo vai dar certo. Enquanto isso, a presidente também não esconde a preocupação que todo carnavalesco carrega na época: a grana chega tarde demais e complica tudo. Mesmo com as dificuldades que conhece bem, ela segue de cabeça erguida, apostando que dessa vez, com Deus e a carioquice a seu lado, o desfile será grandioso.

